icone-bateriaAcabamos de falar sobre a evolução dos smartphones no último post, do HTC Zeta, processadores mais potentes, mais memória, tela maior, entre outras evoluções. Mas a bateria continua lá, a mesma, sem evoluir, e cada vez durando menos. Normalmente as fabricantes procuram alternativas em processadores que possuam uma economia extra de bateria ou coisas do tipo.

Aliás a bateria é uma das coisas que os usuários mais procuram saber na hora de comprar um celular. E é mesmo importante, precisamos dos aparelhos funcionando o dia todo, com internet ligada, escutando música, tirando fotos, fazendo ligações, tuitando, fazendo de tudo ao mesmo tempo e ele tem que estar lá, fora da tomada o dia todo, quando chegamos em casa e vamos dormir ou fazer outra coisa deixamos ele carregando. Nem sempre isso é possível, não é mesmo iPhone? Os Androids também não ficam fora disso.

Graças a pesquisadores da Northwestern University isso pode mudar. O projeto ainda está no "papel", chamado de “In-Plane Vacancy-Enabled High-Power Si-Graphene Composite Electrode for Lithium-Ion Batteries”, eles dizem que desenvolveram um novo eletrodo de íon-lítio que pode fazer as baterias durarem dez vezes mais, além de carregar mais rápido.

A tal nova tecnologia para as baterias funcionariam em tudo que usa uma bateria de lítio, smartphones, notebooks, tudo que envolve esse tipo de energia. Isso pode ser caro, mas pensem, meu Nexus S carrega uma vez ao dia, com 10x mais que isso eu iria carregá-lo uma vez a cada 10 dias, três vezes por mês, e mais rápido do que carregamos agora. Com uma bateria mais potente teríamos smartphones mais potentes, o hardware poderia melhorar consideravelmente e mesmo assim teríamos uma bateria de longa duração.

Informações | PCMag, Documentos