Hoje a Apple promoveu um evento com muitas apresentações, foram mostrados ao público o Novo MacBook Pro Retina de 13 polegadas, novos iMacs e novos Mac Minis. Nenhum dos lançamentos trouxeram grandes novidades e o que mais entusiasmou foi o MacBook Pro Retina com tela de 13 polegadas.

Após esses lançamentos a Maçã apresentou o iPad Mini, o tablet não tem nada de muito diferente daquilo que foi dito nos rumores. Infelizmente parece que a Apple perdeu todo aquela mágica de guardar seus segredos industriais e surpreender nos eventos. Foi apresentando também o iPad de 4ª geração.

iPad 4G

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Não há nenhuma novidade espetacular na nova geração dos iPads tradicionais. O tablet continua com sua tela Retina de 9,7 polegadas, câmera iSight de 5 megapixels, mesmo design, porém agora temos o conector Lightning que substitui a antiga versão de 30 pinos.

Ele ganhou um upgrade no processador, que agora é um A6X. Segundo a Apple, ele inclui processador 2x mais rápido, e um chip gráfico também 2x mais rápido que o A5X, presente no iPad 3. Além dessa novidade foi expandido o suporte do 4G LTE para mais países e operadoras.

Os preços são os mesmos, começa em US$ 499,00 nos EUA, e deve continuar custando aqui no Brasil os R$ 1549,00, a não ser que o iPad Mini tome este preço e o iPad fique bem mais caro, porém, espero que isso não aconteça. Uma pena para quem comprou o iPad 3 há pouco tempo, alguns meses depois e já lançaram um melhor, a boa notícia é que ele provavelmente ficará mais barato e quem estava interessado num iPad poderá pegar a terceira geração, que sairá mais em conta e não perde em muita coisa para a quarta geração.

iPad Mini

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Há um tempo atrás quando se falava de iPad Mini ninguém acreditava, inclusive muitas pessoas apostaram que a Apple não iria lançar um tablet com tela menor. Vai ter muita gente pagando aposta agora. Talvez se Steve Jobs estivesse vivo e no comando da companhia um dispositivo com tela de 7,9 polegadas não seria lançado.

Vamos aos números: o iPad Mini tem uma tela de 7,9 polegadas, é 23% mais fino e 53% mais leve que o iPad que tem a tela de 9,6 polegadas, são apenas 308 gramas e 7,2 milímetros de espessura. Segundo Phil Schiller, VP Sênior de marketing global, a vantagem do iPad Mini frente ao iPad tradicional é: “você pode segurá-lo somente com uma das mãos”. Ou seja, ele é bem mais portátil, o que fará muita gente se interessar na compra (inclusive eu, vai depender do preço que ele chegar por aqui).

A resolução do tablet é a mesma do iPad 2: 1024×768 pixels. Pelo jeito os desenvolvedores não terão problemas em desenvolver seus aplicativos para a tela menor. O processador dele é o dual-core A5, provavelmente 512 MB de memória RAM, uma câmera de 5 megapixels atrás e uma câmera FaceTime HD para videochamadas. A Apple promete uma autonomia de 10 horas navegando na web via Wi-Fi, assistindo a vídeos ou ouvindo música. Há versões do iPad Mini apenas com Wi-Fi e outras com 4G LTE.

Basicamente um iPad 2, só que menor. Vale lembrar que ele é todo construído em alumínio anodizado, o mesmo material usado no iPhone 5.


O iPad Mini mais básico, com 16GB de armazenamento e Wi-Fi será vendido nos Estados Unidos e outros países (Brasil não está incluído) a partir de 2 de novembro por US$ 329. Comparando os preços atuais, nos Estados Unidos o iPad 2 custa US$ 400,00 e aqui ele sai por R$ 1299,00, então provavelmente (que fique claro que é apenas um chute), o iPad Mini chegará ao nosso país custando um preço bem próximo, cerca de R$ 1000,00 a R$ 1200,00.

E agora, iPad Mini, Nexus 7 ou Kindle Fire HD?