Ontem a Apple, finalmente, liberou a versão final do iOS 5. De início os servidores da empresa demonstraram muita instabilidade, o que já era de se esperar, afinal inúmeros usuários ao redor do mundo, simultaneamente, tentavam baixar a nova versão do sistema operacional móvel. Entre os inúmeros novos recursos e inovações trazidas pela nova versão do iOS 5, em particular, uma se destaca das demais: O iCloud, novo serviço da Apple, capaz de guardar e fazer backup de diversos tipos de arquivo na nuvem.

O iCloud, automaticamente, transfere esses dados para servidores da Apple. Ou seja, através do serviço, os usuários de iGadgets (iPhone, iPad e iPod Touch) podem criar uma cópia de segurança do conteúdo armazenado nos dispositivos e computador utilizado para sincronizá-los. Inclusive, há a possibilidade de visualizar e editar facilmente os arquivos em qualquer um dos aparelhos.

Quais arquivos o iCloud é capaz de sincronizar?

Entre os diversos tipos de dados e arquivos o iCloud é capaz de sincronizar: Email (@me.com), músicas (apenas nos EUA), contatos, calendários, lembretes, favoritos do navegador, notas, imagens, documentos e dados de configurações do aparelho utilizado. A propósito, anteriormente disponível apenas no iPhone 4 ou posterior, o iCloud trouxe a função “Find My iPhone” para os usuários de iPhone 3GS.

Legal... Mas quanto custa?

Inacreditavelmente o serviço é gratuito, mas fica limitado a 5GB de armazenamento de arquivos. Se o consumidor desejar, pode adquirir mais espaço pagando uma taxa anual: 10GB, 20GB e 50GB custam respectivamente US$20, US$40 e US$100 dólares ao ano.

iTunes Match:

Esse adicional, por enquanto, está disponível apenas para os usuários americanos. A versão americana do iCloud é capaz de sincronizar músicas entre os dispositivos, mas apenas as que foram adquiridas através da iTunes Store. Ou seja, o usuário não vai poder sincronizar músicas baixadas de outras fontes no iCloud. Para isso servirá o iTunes Match, ele analisa as músicas armazenadas no PC ou Mac do consumidor e, se ela estiver no catálogo da iTunes, baixa através da loja. O serviço adicional vai custar US$24.99 dólares ao ano.

Afinal, vale a pena?

Uma pergunta até “desnecessária”. A Apple, como quase sempre, foi capaz de impressionar o mundo com esse serviço eficiente e gratuito. É exagero dizer que a empresa é pioneira nesse ramo. Mas, sem sombra de dúvidas, foi a gigante de Cupertino que proporcionou a melhor experiência para o usuário final. Naturalmente é apenas uma questão de tempo para que os concorrentes comecem a apresentar suas soluções, talvez nem tão eficientes, para concorrer com o maravilhoso iCloud.